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    Mecanismos de Resiliência Cibernética: Indo Além da Proteção

      Visão Integral de Resiliência Cibernética Princípios Fundamentais de Resiliência 1. Antecipação e Preparação • Análise Prospectiva de Amea...

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    sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

    Mecanismos de Resiliência Cibernética: Indo Além da Proteção

    fevereiro 06, 2026

     





    Visão Integral de Resiliência Cibernética

    Princípios Fundamentais de Resiliência


    1. Antecipação e Preparação

    • Análise Prospectiva de Ameaças

    o Exercícios de guerra cibernética (cyber wargaming)

    o Simulações de cenários plausíveis de alto impacto

    o Mapeamento de cadeias de dependência e pontos únicos de falha

    • Business Impact Analysis (BIA)

    o Identificação de processos críticos

    o Definição de objetivos de recuperação (RTO/RPO)

    o Classificação de dados por criticidade

    2. Absorção e Adaptação

    • Arquiteturas Resilientes por Design

    o Sistemas redundantes em regiões/clouds diferentes

    o Failover automático entre componentes

    o Design para falhas parciais (graceful degradation)

    • Capacidade de Operar em Modo Degradado

    o Planos para funcionamento manual quando sistemas automatizados falham

    o Procedimentos alternativos para processos críticos

    o Comunicações de contingência (rádio, satélite, etc.)

    Pilares da Resiliência Operacional

    1. Resiliência Técnica

    Infraestrutura Flexível

    • Multi-cloud e Híbrido

    o Evitar vendor lock-in

    o Capacidade de migrar cargas entre ambientes

    o APIs padronizadas e interoperabilidade

    • Infraestrutura Imutável e Recriação Rápida

    o Infrastructure as Code (IaC) com versionamento

    o Containers e orquestração (Kubernetes)

    o Imagens golden master com segurança embutida

    Proteção de Dados Resistentes

    • Backup 3-2-1-1-0

    o 3 cópias dos dados

    o 2 tipos diferentes de mídia

    o 1 cópia offsite

    o 1 cópia imutável/air-gapped

    o 0 erros na verificação

    • Criptografia Resiliente

    o Key management distribuído

    o Múltiplos HSM em localizações geográficas distintas

    o Recuperação de chaves em cenários de crise

    2. Resiliência Organizacional

    Governança de Resiliência

    • Quadro de Resiliência Integrado

    o Integração entre continuidade de negócio, cibersegurança e recuperação de desastres

    o Comitê executivo de resiliência

    o Orçamento dedicado para capacidades resilientes

    • Exercícios Realistas

    o Testes de failover não anunciados

    o Simulações de ransomware com impactos reais

    o Exercícios de "black start" - recuperação do zero

    Capacidade Humana Resiliente

    • Cross-training e Redundância de Competências

    o Múltiplas pessoas com capacidades críticas

    o Documentação procedimental detalhada

    o Programas de sucessão para funções críticas

    • Cultura de Resiliência

    o Celebração de aprendizagem com falhas

    o Incentivos para preparação vs apenas resposta

    o Mentalidade de "quando, não se"

    3. Resiliência de Processos

    Gestão de Crises Cibernéticas

    • Estruturas de Comando Clara


    o Planos de ativação escalonados

    o Autoridades pré-delegadas para decisões críticas

    o Cadeias de comunicação alternativas

    • Kit de Sobrevivência Cibernética

    o Checklists físicas para quando sistemas digitais falham

    o Contactos alternativos de fornecedores críticos

    o Procedimentos legais e de comunicação pré-aprovados

    Supply Chain Resiliente

    • Mapa de Dependências de Terceiros

    o Avaliação de resiliência de fornecedores críticos

    o Cláusulas contratuais de resiliência

    o Planos de contingência para falhas da cadeia

    • Diversificação Estratégica

    o Fornecedores alternativos pré-qualificados

    o Stock de segurança para componentes críticos

    o Capacidades internas de fallback

    Técnicas Avançadas de Resiliência

    Deception e Engano Ativo

    • Sistemas Enganosos Distribuídos

    o Honeypots que replicam sistemas críticos

    o Dados isca (canary tokens) em locais estratégicos

    o Armadilhas que atrasam atacantes

    Cyber Resilience Orchestration

    • Automação de Resposta a Incidentes

    o Playbooks para cenários catastróficos

    o Isolamento automático de segmentos comprometidos

    o Transferência de carga para ambientes limpos

    • Plataformas de Comando de Crises

    o Dashboards unificados de situação

    o Comunicação integrada com partes interessadas

    o Tracking de ações de recuperação

    Continuous Validation

    • Verificação Automatizada de Resiliência

    o Testes contínuos de backup e restauro

    o Simulações automatizadas de ataques

    o Verificação de integridade de sistemas críticos

    Métricas de Resiliência

    KPIs Essenciais

    • MTTC - Mean Time to Contain (Tempo Médio para Conter)

    • MTTR - Mean Time to Recover (Tempo Médio para Recuperar)

    • RTO Achievement Rate - % de vezes que RTO foi alcançado

    • Data Recovery Point - Quantidade máxima de dados perdidos aceitável

    • Operational Degradation Metrics - Capacidade de operar em modo degradado

    Indicadores Avançados

    • Cyber Resilience Score - Pontuação agregada de capacidades

    • Dependency Risk Index - Medida de risco de dependências externas

    • Recovery Automation Coverage - % de processos com recuperação automatizada

    Implementação Prática

    Fase 1: Avaliação e Priorização

    1. Identificar ativos e processos verdadeiramente críticos

    2. Mapear dependências e pontos únicos de falha

    3. Realizar análise de lacunas contra benchmarks do setor

    Fase 2: Arquitetura Resiliente

    1. Implementar redundância geográfica para sistemas críticos

    2. Estabelecer backups imutáveis e verificados regularmente

    3. Desenhar sistemas para degradação graciosa

    Fase 3: Preparação Operacional

    1. Desenvolver playbooks para cenários catastróficos

    2. Conduzir exercícios realistas regulares

    3. Estabelecer acordos prévios com fornecedores de resposta a crises

    Fase 4: Melhoria Contínua

    1. Implementar ciclo de aprendizagem pós-incidente

    2. Atualizar planos baseado em novas ameaças

    3. Medir e melhorar métricas de resiliência

    Ferramentas e Tecnologias

    Plataformas Especializadas


    • Cyber Resilience Platforms: Integração de backup, DR, segurança

    • Chaos Engineering Tools: Testes proativos de resiliência

    • Crisis Management Software: Gestão coordenada de resposta

    Frameworks de Referência

    • NIST Cyber Resilience Framework

    • ISO 22301 (Business Continuity)

    • CIS Critical Security Controls + Resilience Additions

    Tendências Futuras

    Resiliência Autónoma

    • Sistemas com capacidade de auto-cura

    • IA para tomada de decisão em cenários de crise

    • Adaptação automática a novas ameaças

    Resiliência como Serviço

    • Plataformas cloud-based de resiliência

    • Serviços gerenciados de recuperação

    • Seguros cibernéticos com requisitos de resiliência

    Regulação de Resiliência

    • Requisitos legais para resiliência cibernética

    • Certificações específicas de resiliência

    • Reporting obrigatório de capacidades de resiliência

    Princípio Final: Resiliência não é um projeto com fim, mas uma capacidade organizacional contínua. Organizações verdadeiramente resilientes não apenas sobrevivem a ataques, mas emergem mais fortes, com aprendizagem incorporada e capacidades melhoradas. A resiliência transforma a cibersegurança de um centro de custo para um diferenciador estratégico que protege valor e permite inovação com confiança.


    sábado, 16 de março de 2024

    Aposte na Segurança Cibernética Para Defender-se Contra as Novas Tendências de Ameaças.

    março 16, 2024

     



    Com o avanço da tecnologia, novas tendências de ameaças cibernéticas têm surgido e é importante estar ciente delas para garantir a segurança cibernética. Aqui estão algumas das novas tendências de ameaças que têm se destacado:

    1. Ataques de inteligência artificial (IA): Com o aumento do uso de IA em várias áreas, incluindo segurança cibernética, os cibercriminosos também estão explorando essa tecnologia para realizar ataques mais sofisticados. A IA pode ser usada para automatizar ataques de phishing, engenharia social e até mesmo para desenvolver malware avançado.

    2. Ameaças baseadas em IoT: Com o crescimento da Internet das Coisas (IoT), os dispositivos conectados estão se tornando alvos atraentes para os hackers. Dispositivos IoT mal protegidos podem ser explorados para acesso não autorizado a redes, roubo de informações e até mesmo para lançar ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS).

    3. Ransomware direcionado: O ransomware continua sendo uma ameaça significativa, mas agora os cibercriminosos estão adotando uma abordagem mais direcionada. Em vez de ataques em massa, eles estão realizando ataques direcionados a organizações específicas, visando informações valiosas e exigindo resgates mais altos.

    4. Deepfakes e ataques de manipulação de vídeo: Deepfakes são vídeos falsificados criados usando IA, que podem enganar as pessoas e manipular informações. Essa tecnologia pode ser usada para disseminar desinformação, prejudicar a reputação de pessoas ou empresas e até mesmo influenciar eleições.

    5. Ataques a cadeias de suprimentos: Os cibercriminosos estão aproveitando as vulnerabilidades nas cadeias de suprimentos de software e hardware para comprometer sistemas. Infiltrar-se em fornecedores confiáveis ​​pode permitir que os hackers distribuam malware, explorem vulnerabilidades e acessem redes de organizações.

    6. Aumento de ataques a dispositivos móveis: Com o crescente uso de dispositivos móveis, os cibercriminosos estão desenvolvendo mais ataques direcionados a smartphones e tablets. Isso inclui aplicativos maliciosos, phishing por SMS, ataques de engenharia social e exploração de vulnerabilidades em sistemas operacionais móveis.

    Para se proteger contra essas ameaças cibernéticas emergentes, é importante adotar as melhores práticas de segurança, como:

    - Manter sistemas operacionais e software atualizados com as últimas correções de segurança.
    - Utilizar soluções de segurança confiáveis, como antivírus, firewalls e sistemas de detecção de intrusões.
    - Usar senhas fortes e únicas para todas as contas e habilitar a autenticação de dois fatores sempre que possível.
    - Ter cuidado ao clicar em links ou baixar anexos de emails ou mensagens suspeitas.
    - Proteger dispositivos IoT com senhas fortes e atualizações de firmware regulares.
    - Implementar práticas de segurança na cadeia de suprimentos, como avaliação de fornecedores e verificação de integridade de software.

    Além disso, é fundamental estar atualizado sobre as últimas tendências de ameaças cibernéticas e educar-se continuamente sobre as melhores práticas de segurança cibernética.

    sexta-feira, 12 de agosto de 2022

    A importância de descobrir a dor do cliente para sua estratégia

    agosto 12, 2022

     


    Na área comercial

    Um empreendimento de sucesso é bem planejado em todos os níveis: táticoestratégico e operacional

    Vendas é uma ciência exata, em que conhecer as fórmulas e seguir cada passo na ordem certa é o que leva a sua empresa aos resultados almejados. O risco da falta de planejamento é ver seu investimento ir por água abaixo quando o produto não possui adesão.

    Nesse sentido, conhecer os pontos de dor dos clientes e entender suas necessidades deve ser uma preocupação do empreendedor antes de fazer qualquer tipo de abordagem. Afinal, como ter certeza de que o produto ou serviço que sua empresa oferece é, de fato, o que o lead está procurando naquele momento? 

    O que são pontos de dores dos clientes e como utilizá-los a seu favor

    Os pontos de dores dos clientes são os problemas específicos que atrapalham o processo comercial. 

    São esses problemas que fazem com que o lead vá atrás de um produto ou serviço que solucione de vez a questão. Se a sua empresa oferece esse serviço, basta que o vendedor capriche na abordagem e feche a venda. Mas, antes, ele precisa saber se a sua solução é mesmo ideal para aquele tipo de dor.

    Cada consumidor possui dores características, que geralmente variam em relação a:

    ·         Setor de atuação;

    ·         Tamanho da empresa;

    ·       são alguns exemplos dentre a diversidade infinita de leads e prospects, conforme cada modelo de negócio. No fundo, essa análise é bastante individual e deve ser feita de forma estratégica em conjunto com os especialistas da sua empresa. Ao chegar nos dados particulares do seu nicho comercial, é hora de lidar diretamente com esses leads.

    O primeiro ponto que precisa estar claro na mente dos gestores é o seguinte: nem todos os prospects sabem identificar suas próprias dores. Alguns sequer têm consciência do problema. Há dois tipos de dores dos clientes:

    ·         Dores latejantes: aquelas que estão em um estado mais desenvolvido, de modo que o problema é tão relevante a ponto de não haver possibilidade de ignorá-lo. É fácil de localizar, pois se trata de algo concreto e presente. Ou seja, é um motivo claro para se buscar ajuda;

    ·         Dores latentes: são como uma doença infecciosa, representando o estágio inicial da contaminação de um vírus. O agente permanece incubado e quase indetectável. Contudo, aos poucos, o organismo — nesse caso, a empresa — sente os efeitos de sua evolução e adoece.

    É como se as dores latentes fossem a causa do problema, enquanto as dores latejantes seriam os sintomas. 

    A melhor estratégia, então, é combater a doença, não somente os sintomas. Uma das etapas do processo de Vendas é justamente atrair os leads com base em suas dores, propondo soluções para as mesmas.

    Quando o lead revela as suas dores latentes ou latejantes durante a abordagem, é porque ele enxerga no produto que você oferece a solução ideal para resolver o problema 

    Isso resulta em uma venda honesta e satisfatória. Nesse raciocínio, podemos dizer que os pontos de dores dos clientes são ramificados. Dividem-se em 4 categorias de natureza: 

    ·         Financeira: dificuldades na gestão de recursos, com gastos maiores que o previsto. Podem estar ligados aos fornecedores, à solução atual, aos tipos de produtos, ao desenvolvimento etc. O foco do cliente é diminuir esses custos para render mais;

    ·         Produtiva: problemas relacionados aos índices de produtividade. Nesse caso, é possível que a solução atual seja pouco eficiente, o fornecedor lento demais ou o produto de baixa qualidade. Os pontos de dores dos clientes nessa categoria são resolvidos a partir do aprimoramento na eficiência;

    ·         Processual: dores referentes aos processos internos, como a passagem de bastão entre o setor de Marketing e o de Vendas, por exemplo. A solução aqui passa por estruturar atividades mais eficientes para o aumento do controle e dos resultados.

    ·         Assistencial: obstáculos relacionados ao suporte recebido atualmente. Essa falha pode se dar tanto no auxílio em relação às fases da jornada de compra, quanto no momento da venda em si.

    Entender quais são as dores dos clientes é imprescindível para o posicionamento da marca, pois permite desenvolver estratégias para fazer a abordagem certa e remanejar o funil como um todo. Até porque, se não houver necessidade daquela solução, em suma também não haverá venda.


    terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

    CIBERSEGURANÇA E A SUA IMPORTÂNCIA NA PROTEÇÃO DOS DADOS DA SUA EMPRESA

    fevereiro 01, 2022

     



    A cibersegurança, anteriormente chamada de segurança da informação, é o conjunto de práticas que protege as informações em computadores, dispositivos móveis, sistemas eletrônicos, redes, suportes analógicos (como papéis, micro-filmes, fotos, etc.) e até nas conversas diárias das pessoas, contra perda de confidencialidade, integridade ou disponibilidade.

    As formas mais comuns de comprometimento das informações são ataques a redes ou sistemas, muitas vezes causados por criminosos. Estes criminosos costumam utilizar seus conhecimentos técnicos sobre sistemas e suas falhas, mas também utilizam muita engenharia social para convencer as pessoas a fornecerem informações que em condições normais não forneceriam. Engenharia social nada mais é do que a arte de enganar, de convencer pessoas a fazerem coisas que poder ser prejudiciais, como revelar uma senha ou o código de ativação do WhatsApp.

    Utilizando a engenharia social e conhecimentos técnicos (exploração de falhas em sistemas, construção de vírus de computador, etc.), os criminosos conseguem acesso a dados das empresas e das pessoas com o objetivo de obter lucro, causar dano, expor pessoas e organizações e aplicar todo tipo de golpe anto no mundo virtual quanto no mundo real.

    Para garantir que os dados da organização, e das pessoas, estejam seguros é necessário treinamento, informação e saber quais são as melhores práticas de proteção. O cuidado, a observação de dicas de segurança e a utilização correta das tecnologias podem ajudar a evitar ataques e diminuir os impactos negativos de seus efeitos. Existem diversas formas de manter as redes, os aplicativos, as informações e a operação das empresas seguros, e para isto as organizações costumam formar uma equipe especializada para tratar das questões de cibersegurança de uma forma multidisciplinar, em seus três pilares: pessoas, processos e tecnologias.

    DICAS DE SEGURANÇA

    As dicas de segurança vão desde a utilização de antivírus, atualização de sistemas, não abrir conteúdos/mensagens desconhecidos e sempre denunciar e-mails suspeitos através da ferramenta de denúncia de phishing disponibilizada pela empresa (quando houver) até saber como e onde armazenar documentos privados ou com informações sigilosas.

    Com o trabalho remoto cada vez mais comum e necessário, a utilização de senhas fortes e o uso de duplo fator de autenticação são práticas que diminuem os riscos. Qualquer pessoa pode introduzir acidentalmente um vírus em um sistema seguro se deixar de seguir as normas e recomendações de cibersegurança, é vital para as organizações que seus funcionários façam parte de uma cultura que os preparem para suspeitar de e-mails maliciosos e não utilizar pendrives desconhecidos/suspeitos nos computadores da empresa, por exemplo. A isto se dá o nome de cultura de cibersegurança.

    A prevenção é cada vez mais importante porque em casos de incidentes a recuperação de dados e a continuidade dos negócios podem ser decisórias para uma empresa, levando a prejuízos e até mesmo em sua falência.

    Como se Proteger de Crimes Cibernéticos

    fevereiro 01, 2022

     


    Vou postar alguns truques que alguns malfeitores usam para enganar os internautas na area digital.

    À primeira vista, podem- lhe enviar uma página mostrada em vídeo é o portal de um banco na internet. Os recursos e as cores se parecem com os do site verdadeiro. Mas estamos diante de uma página falsa, que captura toda informação digitada pelo cliente.

    Esse é um dos crimes mais comuns na internet - o desvio de dinheiro em compras e contas bancárias. A explicação porque as vezes esse golpe dá certo: “Se o computador estiver numa situação bem precária no que diz respeito à protecção. Por exemplo encontrar-se com antivírus desactualizado e o sistema operacional inteiro vulnerável contra ataques”.

    Outro crime que se pratica, os criminosos enviam um e-mail com o formulário de cadastro falso. Os bandidos virtuais mandam o e-mail como se fosse de um estabelecimento comercial ou uma instituição. Você acredita no e-mail, abre o formulário e coloca os seus dados. Pronto. Antes mesmo de responder ao e-mail, todos os seus dados já foram capturados. “Na mesma hora, essa máquina recebe as mesmas informações que a outra recebe”.

    Mesmo quando o internauta não preenche um formulário, o perigo está no ar, especialmente no caso de computadores dividindo a mesma conexão. Basta o criminoso usar um programa de espionagem. O repórter usa um computador em um local específico para bater papo em tempo real com um produtor noutro local. Eles simulam a situação de uma pessoa que precisa receber dinheiro de um amigo.

    Com o programa-espião, o executante pode ver tudo o que está sendo digitado na máquina do outro lado. Para esta simulação, por experiencia ele digita números ao acaso, que não são de uma conta bancária real. Todas as mensagens que ele recebe e envia, são recebidas por outra pessoa em tempo real.

    Confira algumas medidas simples que podem proteger o seu dinheiro e a sua privacidade na rede:

    Página falsa:

    Dica fundamental: fique de olho na barra de endereço. Quando você clica no comando de entrar no sistema do banco ou do pagamento de uma compra, as primeiras letras que aparecem são “https”. O "s" é a garantia de que o site está protegido contra invasões.

    Senha:

    O ideal de uma senha segura é ter letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais. O mínimo necessário de dígitos em uma senha é de pelo menos oito. O ideal seria 14 ou 21. Aliado a isso, é importante que as pessoas tenham uma senha para cada serviço na internet diferente.
    É necessário usar pelo menos uma vez por mês a senha para dificultar que seja copiado pelos intrusos.

    Síndrome do clique:

    O fundamental é que a pessoa não tenha o que eu chamo de síndrome do clique. A curiosidade, a ganância e a simpatia são usadas pelos criminosos virtuais justamente para fazer com que a pessoa clique.

    É necessário sempre verificar se a pessoa lhe mandou alguma coisa ou confirmar se de facto o que recebeu alguem conhecido lhe teria  enviado.

    Protecção de documentos e imagens:

    Para garantir a protecção de documentos e imagens, crie pastas com senhas. Mais segurança que isso, só se você não tiver nada no computador e guardar em um HD externo ou no repositorio online.

    Outra forma é usar o domínio da pagina e o respectivo título e fazer uma pesquisa no google para saber se esse conteúdo é de facto  autêntico ou simplesmente uma fraude. Porque eles usam para milhares de internautas então sempre há um que já teve a má experiência e já faz uma denúncia a respeito. 

    sábado, 15 de fevereiro de 2020

    A Importância da Cibersegurança no Meio Empresarial

    fevereiro 15, 2020




    Nos dias de hoje, as empresas lidam com uma grande quantidade de informação e de dados sensíveis ou confidenciais, pelo que é imprescindível garantir o seu armazenamento de forma segura.

    Com a alteração do paradigma de utilização de sistemas, os ciberataques direcionados às empresas são cada vez mais frequentes e por isso, a reputação e o sucesso de uma empresa, passa pelo seu investimento na cibersegurança.

    Um ataque cibernético bem sucedido, pode representar uma ameaça à empresa alvo bem como à segurança dos dados dos seus colaboradores, parceiros, clientes ou fornecedores. Assim, a proteção dos dados corporativos deverá ser uma preocupação real que deve estar presente desde as micro até às grandes empresas.

    Quanto mais dependente do ambiente virtual é um negócio, mais importante se torna manter os seus dados protegidos. Vejamos o caso de uma loja virtual (e-commerce), onde é crucial garantir que o servidor esteja protegido e disponível 24 horas por dia. Não se trata apenas da segurança dos dados bancários dos seus clientes, mas também de garantir que os sistemas estejam disponíveis, estáveis, com controle de acesso e sem brechas desnecessárias.

    A ameaça que não se vê e não se sente


    Segundo a equipa de investigação de ameaças da WatchGuard em 2018, 35% dos malwares encontrados eram impossíveis de serem detetados por tecnologias antivírus tradicionais baseadas em assinaturas.


    Cada vez mais empresas tomam consciência de que a questão principal não é se o ataque irá acontecer, mas sim, quando irá acontecer. Torna-se assim fundamental encontrar um modo de detetar rapidamente as ameaças ocultas para uma minimização do seu impacto.

    A cibersegurança é uma pauta cada vez mais recorrente dentro das empresas, uma vez que a complexidade do ambiente corporativo propicia o surgimento de lacunas para novos e complexos riscos de fraudes. Considerada uma proteção para as informações que são processadas, armazenadas e transportadas nos sistemas interligados das empresas, a segurança no espaço virtual é essencial para os negócios no que diz respeito ao bloqueio das ameaças digitais.

    Dois cenários distintos podem ser encontrados quando se fala sobre cibersegurança corporativa. O primeiro deles é o fato das organizações assumirem a proteção contra fraudes de forma pontual. Um relatório realizado pelo Gartner, divulgado em setembro de 2016, mostra que a expectativa é de que cerca de 60% dos varejistas do comércio electrónico implantem, até 2021, algum tipo de tecnologia de prevenção de fraudes durante ou logo em seguida a um ataque sofrido.

    Isso mostra que, muitas vezes, as empresas acabam esperando pela chegada de momentos de crise para então realizar alguma ação emergencial, retomando as operações normalmente assim que o problema é contornado. A desvantagem desse tipo de estratégia é que ela não representa uma solução efetiva e abrangente, visto que não consegue corrigir as vulnerabilidades existentes no negócio e aumenta as chances de ataques ainda mais severos no futuro.

    O segundo cenário já mostra uma contradição entre o que os executivos responsáveis pela segurança nas grandes empresas acreditam e o que, de fato, acontece na prática. De acordo com um levantamento realizado pela SafeNet, boa parte dos entrevistados acredita que suas empresas estão seguras contra ataques cibernéticos. O levantamento, que consultou 230 executivos de segurança, mostrou que 75% dos profissionais da área se dizem confiantes com suas estratégias de segurança e acreditam que o tema está completamente incorporado em suas culturas corporativas.

    Porém, estudos mostram que uma organização enfrenta, em média, 106 ataques cibernéticos por ano e que de cada três ataques, um consegue transpor as barreiras de proteção, violando a segurança dos dados das empresas.

    A contradição existente entre a confiança relatada pelos executivos entrevistados e a realidade dos ataques sofridos pelas organizações demonstra que ainda existem muitos problemas relacionados ao assunto no ambiente corporativo. Muitas vezes, as estratégias de cibersegurança colocadas em prática não conseguem proteger de fato as informações das empresas, levando a perda de dados e de valores significativos.

    Então, como é possível remodelar a abordagem e colocar em prática ações eficazes de cibersegurança nas empresas? Conheça a seguir quatro medidas que podem auxiliar os profissionais da área nessa tarefa.

    1. Defina o sucesso da cibersegurança

    O primeiro passo a ser dado diz respeito à reestruturação que a empresa possui em relação a cibersegurança. Embora muitas organizações tenham a clareza do que é preciso ser feito para a condução de uma boa gestão de riscos, os programas de segurança ainda experimentam falhas na identificação e no bloqueio desses cenários de ataques.

    Existem ferramentas e técnicas que permitem reagir e responder a um ataque direcionado? Quando os ataques acontecem, como eles afetam os negócios da organização? Há um alinhamento entre estrutura, equipes de segurança e recursos para que as ações de cibersegurança sejam implementadas e constantemente monitoradas? Esses são alguns questionamentos que podem ser levantados a fim de auxiliar o trabalho de análise e redefinição da estratégia de segurança dos dados, chegando a uma nova definição de sucesso de cibersegurança da organização.

    2. Proteção de dentro pra fora

    É comum encontrar dentro das empresas práticas que segmentam o acesso interno às informações que são consideradas mais importantes e formas de controle em relação às ações dos colaboradores que são registradas na rede. Porém, essas medidas não são capazes de garantir o sucesso da cibersegurança no ambiente corporativo.

    Proteger as informações não passa somente pela implantação de processos tecnológicos, mas também na conscientização de todas as pessoas da organização, para que as informações de clientes, estratégias de atuação e conhecimento operacional sejam tratados conforme as normas e políticas corporativas. Para isso, trabalhar e difundir na empresa a cultura de uma gestão baseada em riscos é fundamental para que a proteção das informações seja eficiente e atenda às expectativas dos executivos.

    De nada adianta contar com uma estrutura que contemple gestores de riscos, auditores e especialistas em controles internos se os diretores, em todos os níveis de decisão, não forem igualmente capacitados no assunto. Nesse sentido, contar com uma liderança visionária, comprometida com os princípios éticos e investir na auditoria interna como um agente de monitoramento independente são passos essenciais em todo esse processo.

    3. Teste a capacidade de segurança da sua empresa

    Realizar testes que busquem simular ataques hackers é essencial para que a organização consiga fazer uma avaliação real de suas capacidades de defesa diante de ameaças externas. Assim, torna-se possível ter uma boa dimensão do quanto as estratégias de cibersegurança das empresas praticadas são eficazes e quão rápido essas respostas são dadas diante desses ataques.

    4. Torne a segurança um objetivo coletivo

    Os colaboradores possuem papel muito importante na descoberta e inibição de ataques, pois representam a primeira defesa da organização. Prova disso é que, segundo pesquisas da área, os ataques sofridos pelas empresas no último ano não foram pelas equipes de segurança, mas sim pelos colaboradores de outros setores. Por isso, trabalhar na conscientização da importância da cibersegurança precisa fazer parte da cultura organizacional e das estratégias de defesa digital dos negócios.

    Trabalhar na prevenção de ataques e fraudes é um fator estratégico para qualquer organização que deseja evitar prejuízos e ganhar em lucratividade, uma vez que as perdas associadas a esses crimes podem chegar a valores extremamente altos, tanto do ponto de vista financeiro quanto intelectual. Portanto, estar atento quanto à eficiência da cibersegurança da empresa é um assunto que merece toda a atenção dos executivos e precisa estar entre as prioridades das ações desses profissionais.

    O nosso conselho? Invista em cibersegurança e reforce positivamente a imagem da sua empresa!

    Importância da Consultoria em Gestão de Negócios

    fevereiro 15, 2020





    A expressão “gestão de negócios” nunca esteve tão em alta. Afinal, uma boa gestão é indispensável para o sucesso de qualquer empresa. Com ela, mesmo um produto ou um serviço não tão bem-concebidos podem ser transformados de modo a trazer lucro e crescimento ao negócio.

    Por outro lado, uma empresa que não se atenta a sua gestão, por melhor que seja o serviço que presta e por mais clientes que tenha na sua carteira, dificilmente conseguirá se manter no mercado ou prosperar.

    Em agências de comunicação a realidade não é diferente. Apesar disso, nem todos se atentam para esse ponto e acabam pensando que o sucesso do empreendimento depende mais da criatividade do que da capacidade de gerência. É o seu caso? Então continue lendo este artigo!

    Qual a importância da gestão de negócios?

    Em primeiro lugar precisamos compreender o que o termo gestão de negócios abrange. A gestão é toda atividade que tem como objetivo o desenvolvimento e o crescimento da empresa, usando, para isso, o esforço coletivo da diretoria e dos colaboradores em prol de um objetivo comum. A gestão de negócios envolve muitos fatores, como:
    motivação dos colaboradores;
    compreensão dos recursos existentes e dos necessários;
    plano de negócios;
    identificação das oportunidades e ameaças;
    definição de metas;
    capacidade de inovação, entre outros.

    Assim, se a gestão não for tratada com a ênfase necessária a empresa pode até ter uma boa cartela de clientes, por exemplo, mas terá dificuldades para crescer, prosperar, bater metas ou se diversificar diante da concorrência.

    Dessa forma, uma boa gestão de negócios é indispensável para qualquer empreendimento, auxiliando a gerir melhor os recursos, a planejar os próximos passos e a crescer de maneira sustentável.
    Quais os benefícios que uma consultoria em gestão de negócios é capaz de trazer?

    Como você viu, a gestão é o pilar de qualquer companhia. Mas nem todos os empreendedores possuem esse perfil. Nas agências de comunicação isso é muito comum. Afinal, muitos proprietários vieram da publicidade, do marketing ou do design e não possuem tanta afinidade com o universo empresarial ou com as rotinas administrativas.

    Nessas horas a consultoria externa é uma grande aliada. É possível contratar apenas um profissional ou uma equipe especializada, que usará todos os seus conhecimentos técnicos e experiência de anos no setor para otimizar os seus processos e alavancar os resultados.

    Assim, podemos entender que o papel da consultoria em gestão de negócios é auxiliar os diretores na tomada de decisões, melhorando vários pontos como a motivação dos funcionários, o planejamento estratégico, a vida financeira, a alocação de recursos, as rotinas internas, entre outros. Vamos ver detalhadamente os benefícios desse tipo de serviço.

    Visão mais ampla

    Como dissemos, a consultoria é feita por profissionais especializados e com uma ampla vivência no setor. Isso significa que eles terão uma visão diferenciada do seu ramo de atuação, inclusive já tendo passado por algumas situações semelhantes em outros contextos.

    Essa visão singular ajuda a renovar os conhecimentos, a ampliar a experiência e a encontrar saídas que provavelmente você sozinho não pensaria.

    Esse olhar de fora também é importante para trazer uma visão mais questionada e inovadora. Afinal, às vezes estamos tão acostumados a lidar com as situações sempre da mesma maneira que não pensamos em possibilidades diferentes ou analisamos a situação por um outro viés.

    Aumento da produtividade

    A consultoria em gestão de negócios pode ser uma importante aliada da sua produtividade por dois motivos: primeiro porque ajuda a identificar os membros da equipe que possuem melhores desempenhos e em quais funções e, assim, redireciona os seus colaboradores.

    E segundo porque identifica quais tarefas estão tomando tempo demais dos seus times e corrige as falhas que causam atrasos. Para isso, o consultor poderá utilizar novas metodologias ou ferramentas a fim de reduzir a burocracia e o trabalho.
    Planejamento mais estratégico

    O planejamento estratégico é indispensável para tornar qualquer negócio mais competitivo. Afinal, ele oferece as informações e ferramentas indispensáveis para antecipar determinados movimentos e inovar.

    O consultor auxiliará o gestor a compreender melhor o mercado e a sua própria empresa, identificando as fraquezas e oportunidades, acompanhando os investimentos realizados e ajudando na tomada de decisões para que sua agência apresente os melhores resultados com a menor exposição ao risco.

    Melhora na motivação

    Equipes motivadas costumam trabalhar mais e melhor. E quando falamos de uma agência de comunicação, na qual a criatividade é extremamente importante, esse é um ponto fundamental. Uma consultoria é capaz de auxiliar também nisso, pois traz uma visão de fora, possibilitando uma inovação no modo de fazer da empresa.

    Além disso, muitos colaboradores podem perceber nessa atitude que a empresa está interessada em resolver as falhas dos seus processos internos, uma situação que afeta diretamente o funcionário. Dessa forma, a confiança das equipes aumenta e os colaboradores passam a se sentir mais valorizados.

    Visão neutra e imparcial

    As “rixas” internas podem ser comuns e, infelizmente, atrapalham bastante o crescimento do negócio. Mas, com uma consultoria externa, isso não acontece. Afinal, os profissionais não terão nenhuma relação de amizade com os diretores e gestores.

    Ou seja, os consultores estão apenas focados em gerar resultados, independentemente das rixas ou disputas por cargos internos, trazendo uma visão mais imparcial para as decisões estratégicas.
    Mais iniciativa e inovação

    Nem sempre é fácil para os colaboradores ou até para o gestor tomar decisões mais “arrojadas”. Principalmente porque estão em jogo sentimentos e relacionamentos às vezes de muitos anos. O consultor externo não possui esse vínculo, estando mais propenso a tomar as decisões necessárias para o crescimento da sua empresa, inclusive em questões mais delicadas ou até implantando inovações importantes.

    Economia

    Contratar uma consultoria em gestão de negócios é muito mais barato do que manter um funcionário próprio para esse cargo, já que, após um certo período, essa mão de obra se tornará dispensável. Além disso, uma boa assessoria ajudará a alocar melhor os seus recursos e até a resolver a vida financeira da empresa, o que é excelente para otimizar os seus custos.

    Como você viu, contratar uma consultoria em gestão de negócios pode modificar vários pontos importantes da sua administração, melhorando os resultados alcançados e até ampliando o rendimento das suas equipes. Mas é claro que você precisará ficar atento e sempre analisar a credibilidade dos consultores no mercado e a experiência na área de comunicação e outros pormenores.

    quinta-feira, 28 de março de 2019

    Como Mudar o Rumo do seu Negócio

    março 28, 2019



    Pouca gente sabe, mas a Samsung, uma das principais referências em alta tecnologia hoje, já foi uma pequena loja de bairro, fabricante de macarrão e empresa de segurança. Talvez, lendo isso, você pare e pense: "Quanta incoerência! Isso não faz nenhum sentido". Mas pode ter certeza de que faz. E mais: isso explica em boa parte a longevidade da empresa, que foi fundada em 1938.
    Muitas empresas desaparecem porque não conseguem acompanhar o ritmo das transformações do mundo e acabam tragadas por concorrentes mais modernos. As locadoras de vídeos, por exemplo, deixaram de existir, praticamente. Hoje resistem apenas algumas poucas, especializadas em nichos e que desenvolvem outras atividades paralelas em consonância ao aluguel de DVDs. 
    A Blockbuster, que um dia foi uma gigante global do segmento de locadoras, quebrou. Mas uma concorrente que foi menosprezada pela companhia durante anos sobreviveu e hoje reina soberana numa era pós aluguel de vídeos físicos, a era do streaming. Sim, estamos falando da Netflix.
    Mas, afinal, como saber a hora certa de mudar? Como mudar? O que sua empresa vai ser? Alguns aspectos são cruciais nesses momentos e precisam ser levados em conta:

    Feeling
    Você, empreendedor, precisa trabalhar sempre sua capacidade de percepção, aprender a sentir o mercado. E esse não é um exercício subjetivo, como pode parecer. A economia dá sinais e as empresa que quiserem se manter vivas precisam entendê-los. Isso se faz estudando continuamente, conversando com outros empresários, dialogando com seus públicos. Quando sua linha de atuação começar a dar sinais de esgotamento, talvez seja hora de mudar.
    Timing
    Tão importante quanto entender que chegou o momento de mudar, é tomar a decisão de fazer isso. Muitas vezes a insegurança trava os processos de mudança. E aí a demora pode ser fatal. Os concorrentes já terão saído na frente e você, no máximo, poderá correr atrás. E essa não é uma posição confortável para quem já foi líder um dia.
    Planejamento
    Uma mudança não pode ser brusca. Tudo precisa ser gradual e muito bem planejado, para que a execução seja impecável. Estabeleça metas de curto, médio e longo prazo e defina estratégias claras e objetivas para atingi-las.
    Manter a essência
    Lembre-se também de que seu negócio pode mudar completamente de segmento, deixar de vender pães e passar a fabricar pneus, mas precisa manter sua essência, seus valores. Isso será fundamental tanto para lidar com o público interno quanto os públicos externos.

     

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    Pedro Weng
    Consultor

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